Hoje meu espírito amanheceu inquieto. Brevemente acontecerão eventos desagradáveis e que fugirão ao “meu controle”. Por isto sentia-me desprotegida e vulnerável. Meu primeiro impulso foi correr para a geladeira e preencher a sensação desconfortável de vazio e impotência.
Abri a janela e deixei o vento entrar, olhei para o céu e viajei na imensidão azul. A profundidade e o mistério do infinito sempre me acalmam. Depois fechei os olhos e perguntei para o meu espírito, quais eram suas necessidades? Deixei minha mente ficar em silêncio e depois de alguns minutos de meditação, recebi uma resposta fascinante:
Já que não posso controlar os eventos e tampouco as emoções que estão por vir, deveria abandonar a luta e esperar.
Há algumas tarefas que necessitavam ser concluídas. Então deveria tomar algumas atitudes. Parar de me preocupar com o futuro e me ocupar do presente com mais dedicação e cuidado.
“O passado é história, o futuro é mistério e o presente é uma dádiva, por isto chama-se presente.”
Agarrei-me a esta prerrogativa e abri um vinho para celebrar a vida real.
Acho que num primeiro momento, conseguiria acalmar minha ansiedade, enquanto saciava meu apetite. Mas sabia no íntimo, que não era de doces que eu necessitava. Minha alma estava desnutrida, e não meu corpo.
Abri a janela e deixei o vento entrar, olhei para o céu e viajei na imensidão azul. A profundidade e o mistério do infinito sempre me acalmam. Depois fechei os olhos e perguntei para o meu espírito, quais eram suas necessidades? Deixei minha mente ficar em silêncio e depois de alguns minutos de meditação, recebi uma resposta fascinante:
Já que não posso controlar os eventos e tampouco as emoções que estão por vir, deveria abandonar a luta e esperar.
Há algumas tarefas que necessitavam ser concluídas. Então deveria tomar algumas atitudes. Parar de me preocupar com o futuro e me ocupar do presente com mais dedicação e cuidado.
“O passado é história, o futuro é mistério e o presente é uma dádiva, por isto chama-se presente.”

lindo
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